Aprenda mais sobre: Manutenção preventiva ou programada

1. Correias do motor:

Existem diversas correias no motor com funções e “prazos de validade” diferentes. A mais conhecida delas é a correia dentada. Se ela vier a arrebentar, o carro simplesmente para e, se arrebentar com o motor funcionando, pode acabar estragando mais peças. Recomenda-se que a cada seis meses faça-se a revisão deste item importantíssimo para o motor.

2. Radiador:

Imagine a seguinte cena: você está dirigindo seu carro quando, de repente, começa a sair fumaça do seu motor. Isso significa que está acabando a água do seu radiador e, consequentemente, danificando o sistema de arrefecimento do seu veículo, o que pode gerar um problema muito maior: a fundição do motor do carro. Para não ocorrer isso, é necessário verificar os níveis de água do radiador. O sistema de arrefecimento é composto por radiador, mangueiras, bomba d’água, reservatório de água e ventoinha. Ele serve para manter a temperatura ideal para o funcionamento do propulsor. As revisões devem ser feitas entre seis e oito meses em oficinas especializadas. Para fazer, o motor deve estar frio.

Como fazer?

Verifique o nível de água e, caso esteja abaixo do mínimo, acrescente água no tanque do radiador.

Também existem outros problemas correlacionados, como a tampa do tanquinho mal fechada ou até mesmo a bomba d’água com vazamentos.

3. Óleos e outros fluídos:

A troca de óleo é necessária para manter a saúde do veículo em dia, pois é o óleo que lubrifica e retira as impurezas do motor do seu carro. Para fazer essa verificação, é necessário que o motor esteja desligado por pelo menos cinco minutos, para todo o óleo descer ao seu compartimento. Será necessário uma flanela ou papel higiênico. Retire a vareta de medição do óleo e limpe-a com a flanela ou papel. Recoloque-a no seu compartimento e espere dez segundos. Retire novamente a vareta e, desta vez, veja se o óleo está entre as duas marcas na ponta da vareta. Caso esteja acima da segunda marca, significa que há óleo demais e será necessário drenar um pouco, fazendo a chamada “sangria”. Caso esteja abaixo da primeira marca, significa que está faltando óleo no seu carro e é necessário repor. A troca também será necessária para o filtro de óleo, pois ele retém as impurezas geradas pelo motor.

Importante: quando for repor ou trocar o óleo, lembre-se de olhar no manual do proprietário qual o óleo mais apropriado para o seu veículo. Vale ressaltar que cada tipo de óleo possui uma quilometragem indicada a percorrer.

4. Palhetas e limpadores do para-brisa:

As palhetas e limpadores do para-brisa dão sinais claros de desgaste, a começar por arranhões no vidro e excesso de barulho.

5. Luzes e faróis do veículo:

Pode ser bem perigoso alguma luz do seu veículo não funcionar, sendo imprescindível a verificação de piscas, luzes de ré, de freio e também dos faróis. É muito fácil detectar que um farol está desregulado, mas é difícil perceber que uma lanterna traseira está queimada ou até mesmo quebrada, por exemplo.

Não custa lembrar que conduzir veículo com lâmpada queimada é proibido, conforme o inciso XXII, do artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB): “Art. 230. Conduzir o veículo: (…) XXII – com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou com lâmpadas queimadas: Infração – média; Penalidade – multa.” Portanto, verifique a cada 15 dias se tudo está funcionando corretamente.

6. Filtro de ar do motor:

O filtro é responsável por auxiliar no desempenho do motor, filtrando impurezas e jogando ar na câmara de combustão. Você percebe um filtro sujo quando seu carro começa a forçar o acelerador para rodar. Além disso, um filtro sujo aumenta o consumo de combustível. Vale destacar, que se ele estiver muito sujo, não quer dizer que precisa ser trocado naquele momento — aliás, isso pode ser um indicativo de que o filtro está sendo eficiente em reter as partículas que prejudicam o funcionamento correto do motor. Não há um período correto pra mudança dessa peça, mas é interessante contar pelo tempo do carro ou pela quilometragem (7,500 quilômetros em média).

7. Velas e cabos:

As velas são responsáveis por gerar a faísca da ignição, fazendo com que o motor dê a partida. Elas também diagnosticam possíveis problemas enfrentados pelo motor, como passagem de óleo para os cilindros e até mesmo se você precisa trocar de posto, já que “denunciam” um combustível adulterado. Elas também devem ser trocadas periodicamente, junto dos cabos da vela. A sua substituição varia muito de modelo para modelo, podendo ser de 15.000 km até 100.000 km. O funcionamento é igual para qualquer vela de ignição, mas nem todas são iguais. As velas comuns possuem eletrodo central feito cobre (Cu), mas ainda há as com eletrodo de platina (Pt) e as de irídio (Ir), esta última mais conhecida pela tradução em inglês iridium. Cada um desses materiais dá características distintas às velas. As de cobre se destacam por funcionar bem em condições adversas, como em motores turbo ou com altas taxas de compressão, mas têm vida mais curta, de aproximadamente 40.000 km. Existem também as variações com quatro eletrodos, mais eficientes por ter oito possíveis pontos de centelhamento. Estas permitem partidas mais rápidas e melhor desempenho do motor, com mais economia de combustível. A vida útil varia entre 60.000 e 80.000 km. As de irídio e platina conduzem melhor a energia, produzindo faíscas mais intensas e regulares, além de apresentarem maior durabilidade, chegando a 100.000 km. Elas facilitam a partida do motor, o funcionamento em marcha lenta e melhoram a queima do combustível – e, consequentemente, as emissões e o consumo. As velas de irídio, porém, levam vantagem sobre as de platina. O irídio tem ponto de fusão altíssimo (2454 °C), resistência mecânica elevada e resistência elétrica ainda mais baixa, o que o torna excelente para eletrodos de velas de ignição por formar faísca com menor tensão. A grande vantagem está em manter suas características ao longo de toda a vida útil. Caso você decida trocar as velas, é recomendável também trocar os cabos de vela, pois eles ressecam com o tempo – e isso pode acontecer durante a meia-vida das velas, permitindo fuga de corrente, o que acarreta no desgaste prematuro do conjunto.

Outro fator que deve ser levado em conta é a existência de velas de irídio (ou platina) compatíveis com o motor do seu carro e o combustível que ele queima (gasolina, etanol, flex. ou GNV) – algo que pode ser checado em catálogos de autopeças ou nos sites dos fabricantes de velas.

8. Lataria/Chaparia:

Pode parecer bobo, mas verificar a lataria do seu carro também entra na manutenção preventiva. Verifique se existem arranhões ou rachaduras na pintura de seu veículo, pois pode infiltrar água por estes locais e, por consequência, gerar ferrugem, causando um gasto futuro desnecessário.

9. Ar condicionado:

O filtro do ar não precisa ser trocado ao ficar sujo, pois você pode lavá-lo. Entretanto, se ao lavar ficarem manchas escuras, será necessária a troca. Por outro lado, a troca é recomendada devido a vírus e bactérias que podem se alojar nele e transmitir doenças para os usuários do veículo. Para você descobrir onde está o filtro do ar condicionado de seu carro, consulte o manual do proprietário.

10. Filtro de combustível:

O filtro de combustível é responsável por retirar impurezas que possam estar no tanque ou até mesmo no próprio combustível, sendo a principal delas a água. Para verificar a situação do filtro de combustível, será necessário prestar atenção ao desempenho do carro, tais como dificuldade para arrancar, uma marcha irregular ou até mesmo ferrugem. A peça deve ser trocada entre 10 mil e 15 mil quilômetros rodados.

11. Câmbio:

Um câmbio duro de trocar ou até mesmo de entrar pode ser problema em dois componentes de seu veículo: o óleo de transmissão ou embreagem. No primeiro caso, uma simples troca de óleo em um serviço especializado é o suficiente. Já no segundo caso, a situação é mais complicada, pois pode ser um cabo desgastado, como uma patinagem do platô – o que exige a troca completa do kit de embreagem. O câmbio automático ou mudanças automáticas é um sistema empregado em automóveis e motocicletas para troca de marchas realizada pelo sistema de transmissão do automóvel, que detecta a relação entre a velocidade e a rotação do motor para decidir pela troca automática da marcha. O conforto é a grande vantagem do câmbio automático, já que ele permite que você descanse o pé esquerdo e mantenha as duas mãos no volante o tempo todo. Em um contexto de trânsito pesado, em que é preciso acelerar e frear o tempo todo se trata de um auxílio muito bem-vindo. Por outro lado, por contar com peças e componentes mais bem elaborados, o câmbio automático pode ter uma manutenção mais cara, caso apresente problemas. Mas, cuidando da manutenção preventiva, sobretudo do óleo da caixa, o câmbio automático pode durar muitos quilômetros sem apresentar qualquer tipo de problema.

12. Escapamento:

O escape é um sistema para a diminuição da emissão de gases poluentes para a natureza e silencia o motor. Esse sistema também precisa ser verificado e você consegue perceber problemas através de ruídos diferentes, odor e fumaça. No primeiro caso, se você ouvir um barulho parecido com o de um rugido, tiro ou clique, significa que há problema com o silenciador. Em relação ao odor, um cheiro ácido ou muito doce significa escape furado. O odor é mais notado no banco dos passageiros. Finalmente, verifique com os olhos dando uma pisada no acelerador pra ver se seu carro não está emitindo uma fumaça diferente. Isso pode significar a presença de ferrugem no sistema. Um conversor catalítico é um suporte do carro que, por meio de catálise heterogênea, transforma gases poluentes liberados na combustão dos combustíveis em gases não tóxicos, Infelizmente, porém, a combustão incompleta e as impurezas presentes no álcool e na gasolina podem gerar substâncias bastante poluentes para o meio ambiente. Assim, para evitar o aumento da poluição atmosférica, todos os carros necessitam de um equipamento denominado conversor catalítico ou catalisador, que é um dispositivo antipoluição, que tem a função de tratar esses gases liberados pelo motor de combustão interna e transformá-los em gases menos nocivos. Contrariamente aos sistemas de ventilação, os catalisadores utilizados no controlo de emissões reduzem os seus efeitos diretamente na fonte, minimizando a exposição do usuário à inalação dos gases tóxicos. A Contaminação de um Conversor Catalítico acontece quando este é exposto a emissões com substâncias contaminantes que cobrem as superfícies de trabalho, não permitindo o contato e tratamento dos gases de escape. Um dos contaminantes mais comuns é o chumbo, devido a isso os veículos equipados com conversores catalíticos apenas usam gasolina livre de chumbo.

13. Cinto de segurança:

Se seu carro é seminovo ou antigo, fique atento aos mecanismos de encaixe e a apresentação de desgaste, como desbotamento e desfiamento. Também dê puxões bruscos para ver se ele responde. Este é um item básico de segurança de seu carro.

14. Injeção eletrônica:

A luz da injeção eletrônica acende no painel antes mesmo de ligarmos nosso carro, pois ela está “lendo” todo o sistema. Algumas vezes, ela pode permanecer por alguns segundos ligada – isso é normal, não se preocupe. Agora, se ela se mantiver ligada mesmo após passar um tempo, significa que o leitor da injeção encontrou algum problema no sistema.

15. Vidros:

Observe sempre se existe algum trincado nos vidros. Vários seguros possuem a substituição dos vidros por um preço bem mais em conta.

16. Itens obrigatórios:

O triângulo, a chave de roda, extintor de incêndio e estepe dentro dos parâmetros de pneu saudável. A não presença destes itens gera infração grave, pontos na CNH e multa

17. Embreagem:

A embreagem é responsável por fazer a ligação entre o sistema de transmissão e o motor quando o veículo está em movimento. Ela é composta por diversas peças, como placa de pressão, rolamento, disco de embreagem, sistema hidráulico e pedal esquerdo da embreagem. Em média, o conjunto de embreagem tem duração de 100 a 150 mil quilômetros. Mas os carros que rodam mais na cidade do que nas estradas, geralmente, tem um desgaste maior nessas peças, já que as trocas de marchas são mais frequentes, levando o pedal da embreagem a ser acionado mais vezes.

18. Freios:

Os freios são um dos itens mais importantes para a segurança dos passageiros do veículo. Portanto, é fundamental fazer a revisão periódica dos seus componentes (discos, tambor, fluído de freio, extração de ar das quatro rodas, mangueiras, reparo da pinça, burrinho – que vai no tambor e pastilhas). Alguns sinais também podem indicar problemas no freio, como a vibração no pedal e os ruídos na hora em que ele é acionado. Os fabricantes já estipulam quando o sistema precisa ser verificado, mas, normalmente, é preciso fazer a manutenção a cada 20 mil quilômetros em carros manuais e 10 mil quilômetros nos veículos automáticos.

O fluído de freio é o grande responsável por transmitir a pressão feita no pedal, durante a frenagem, para as quatro rodas do veículo, ele jamais deve ser mantido abaixo de seu nível normal. São componentes essenciais a qualquer sistema de frenagem automotivo, se não for trocado com a quilometragem e o tempo corretos, o fluído vai absorvendo umidade dentro do conjunto, podendo acarretar falhas na ação dos freios, o acúmulo de água é o maior vilão do fluído de freio, e esse fenômeno deve ser monitorado cuidadosamente pelo mecânico. Para evitar essa umidade o mecânico deve fazer a troca do fluído no sistema de uma só vez, e não somente completando o nível do reservatório. Fluidos de freio podem ser divididos atualmente em quatro categorias, classificadas pelo Departamento de Transporte dos Estados Unidos da América (Department of Transportation). A partir daí surgiu à nomenclatura DOT, comumente utilizada por fabricantes de líquidos de freio em todo o mundo. O DOT 3 foi desenvolvido para sistema hidráulico de freios e embreagens com uso moderado em veículos de linha leve, somente para uso comum. O DOT 4 foi desenvolvido para sistema hidráulico de freios e embreagens de automóveis, caminhões, ônibus, pick-ups, importados e tratores. O DOT 5 e DOT 5.1 foi desenvolvido para sistema hidráulico de freios e embreagens de automóveis, caminhões, ônibus, pick-ups e tratores; com destaque para situações em que haja altas temperaturas e maior fluidez (alta performance); líquidos da linha DOT 5.1 mantêm sua formulação com base em glicóis (e portanto higroscópicos), fluidos da categoria DOT 5 apresentam composição à base de silicone. Isso garante a eles uma característica hidrofóbica, com maior resistência à umidade. Fluidos DOT 5 são os mais recomendados para veículos que operam com o sistema ABS, que exige maior eficiência e performance na frenagem. Entre as desvantagens estão o alto custo e a impossibilidade de misturá-los com outros fluidos.

A mangueira do freio – também conhecido como flexível – é uma peça feita por duas camadas de borracha e material de alta tenacidade para ser flexível o bastante para suportar a pressão alta do fluído de freio. Por conta dessa característica que a função da peça é conectar o tubo rígido às pinças de freio. Se esse tubo fosse rígido, se quebraria ao sofrer qualquer tipo de impacto. A recomendação para a troca da mangueira é a cada cinco anos, os dois lados devem ser substituídos ao mesmo tempo, já que possuem a mesma vida útil. A única forma de descobrir se um flexível de freio está a funcionando corretamente é através de uma inspeção visual. Se forem detectadas fissuras ou fugas, poderá ser um indício de que todo o sistema de freios está danificado, visto que a maioria das peças de frenagem se desgasta à mesma velocidade. 

Dica que muita gente não sabe: Primeiro se regula as rodas no tambor, por último o freio de mão.

19. Correia dentada:

A correia dentada coordena a abertura e fechamento das válvulas do motor, além do movimento dos pistões no cilindro e virabrequim. Assim como as velas, essa peça não dá sinais de desgaste, e em caso de rompimento, o prejuízo pode ser enorme, podendo causar a paralisação total do motor. Em vista disso, é aconselhado trocar a correia dentada a cada três anos ou 50 mil quilômetros rodados (o que ocorrer primeiro). Como é um item essencial para o funcionamento do veículo, alguns especialistas indicam que a revisão deve ser feita de seis em seis meses.

20. Suspensão:

Nos dias que antecedem a viagem, fique atento a barulhos. Batidas secas ou ruídos podem indicar problemas na suspensão. Os amortecedores devem estar com a pressão regulada para garantir estabilidade, além disso, dê atenção especial às buchas e possíveis vazamentos no sistema.

21. Bateria:

Para não ter dor de cabeça, seja atencioso com a bateria, principalmente se o carro demorar em dar partida, isso pode ser um sinal de bateria fraca. Utilize um voltímetro para medir a carga do item e observe se os terminais estão limpos. Se esses locais apresentarem algum tipo de corrosão, use uma escova de aço e uma lata de refrigerante de cola para limpar; faça isso com o carro desligado e a bateria desconectada. Sua vida útil, bem como todo o sistema elétrico do carro, deve estar em ordem.

22. Combustíveis e lubrificantes:

Abasteça em postos conhecidos e não deixe o combustível muito tempo parado no tanque antes de pegar a estrada.

23. Cadeirinha infantil e Acessórios para Pets:

Crianças de até 10 anos de idade devem ser transportadas no banco traseiro do veículo. Até os sete anos é preciso também estar em cadeirinhas apropriadas para cada idade, e bem posicionadas no cinto de segurança.

Os pets também precisam de acessórios para garantir além da segurança, o conforto.

24. Cárter:

Outra peça essencial do motor do carro, o cárter é um recipiente metálico que protege e garante a lubrificação de alguns mecanismos. Em carros que apresentam alta rodagem (acima de 70 mil quilômetros), é recomendado abrir a peça e fazer uma limpeza. Por isso, não o ignore durante a revisão se o seu carro se encaixa nesse cenário.

25. Calibração de pneus:

Dentro da manutenção preventiva de seu carro, existem alguns erros que não podem ser cometidos, pois diminuem a vida útil das peças, como colocar óleo vencido. Nunca ignore as condições dos pneus do seu veículo. Não estar atento aos sintomas de combustível, ignorar as luzes do painel e esquecer-se de verificar o limpador de para-brisa podem gerar diversos problemas para seu carro e para você. Não adianta fazer gambiarra em casa: os serviços especializados de manutenção e conserto é que vão deixar seu carro em perfeitas condições para viajar e rodar.

26. Sensor de estacionamento ou de ré:

Dispositivo que contribui para a segurança e integridade do seu carro, o Sensor de Estacionamento pode ajudar muito o motorista nas balizas e manobras mais complicadas. No seu display de LED, ele informa a distância do carro para o objeto, mudando de cor conforme vai se aproximando e também emite sinal sonoro como aviso. Normalmente instalado no para-choque de um veículo, tem como objetivo ajudar a evitar colisões. É um importante acessório de segurança. Tem compatibilidade universal, podendo ser aplicado em qualquer carro. Nos modelos mais sofisticados, o que muda é que além do aviso sonoro o motorista vai conseguir ver o obstáculo. Os fabricantes oferecem sistemas com quatro pontos (instalados na parte traseira) ou oito pontos (o que significa ter sensores também na parte dianteira do carro). Os sensores encontrados no mercado brasileiro são eletromagnéticos ou ultrassonográficos. O primeiro geralmente é mais comum em utilitários e SUV´s. Atenção: seu uso é vedado aos carros com para-choques metálicos, uma vez que pode haver interferência na emissão dos sinais. O sensor ultrassonográfico, por sua vez, funciona através de sinais auditivos imperceptíveis ao ser humano, mas captados pelos dispositivos instalados no carro. E para quem deseja ainda mais facilidade, vale pensar na aquisição das câmeras de ré. É um recurso adicional para o sensor de estacionamento. O equipamento projeta a imagem do ponto cego traseiro no espelho retrovisor interno em uma tela LCD e conta também com sirene para alerta de obstáculo.

27. Som:

É raro encontrar alguém que abra mão de ter um aparelho de som automotivo. Afinal, independente do estilo e do gosto de cada um, ouvir sua emissora de rádio preferida ou apreciar um bom CD ajuda a relaxar e, algo bem importante para os motoristas, a aliviar o estresse. Seja no trânsito pesado ou numa estrada tranquila, contar com um equipamento de som de qualidade no carro significa ter mais prazer ao dirigir. Som automotivo é o processo de instalação e ajustes de equipamentos de som em automóveis de passeio. Pode ser tanto um serviço comercial quanto um hobby de amadores.

28. Bancos/Estofados automotivos:

O interior do veículo costuma fazer toda diferença quando olhamos um veículo e, até mesmo quando já possuímos o mesmo, será nele que ficaremos 100% do tempo, logo, é de suma importância que o mesmo esteja completamente agradável. Com toda certeza, a parte que mais chama atenção no interior de um veículo são os bancos, visto que bancos bem cuidados e bonitos agregam demais ao veículo. Mas para manter os assentos bonitos é necessária uma série de ações para cuidar dos mesmos. São ações muitas vezes simples, mas que fazem toda a diferença. Bancos limpos e bem cuidados são sinônimo de conforto e bem-estar, além de ser uma ótima forma de manter seu veículo valorizado para o momento da venda. O primeiro e mais comum é o banco de tecido. Os bancos em couro costumam estar presentes em veículos mais caros e versões mais luxuosas de grande parte dos veículos. Também existe uma vertente que mescla os dois, que são os bancos mistos (couro com tecido).

Os benefícios de revisar o carro de forma completa e bem feita repercutem diretamente no desempenho do veículo e, por consequência, no seu nível de satisfação com ele. Essa, portanto, é a primeira vantagem de deixar seu carro em dia por meio de uma análise minuciosa. Afinal, quem adquire um veículo, quer exibi-lo com orgulho e em ótima aparência, e não repleto de defeitos e falhas.

Após você ter atestado que os prazos de validade dos itens do carro estão prestes a vencer, é hora de escolher o local para revisar seu automóvel. A concessionária é a primeira opção de muitas pessoas. Afinal, quem melhor do que o próprio fabricante do seu carro para analisá-lo, não é mesmo? Porém, você também pode deixar o seu carro nas mãos de um mecânico de confiança. A única coisa que não pode ser feita é não revisar o carro. Já que a sua segurança, do seu veículo e dos demais depende dela.

SÓ TROQUE O QUE REALMENTE FOR PRECISO!

Escrito por: Juliana Barros

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