História do 1975 VOLKSWAGEN PASSAT L

História do 1975 VOLKSWAGEN PASSAT L

O Passat é um carro de porte médio fabricado pela Volkswagen AG. Produzido em várias gerações desde 1973, ele se situa entre o Volkswagen Golf/Jetta e o Phaeton na atual linha de produção da VW. Atualmente produzido na fábrica da VW em Emden, Alemanha, é normalmente chamado de Passat nos mercados europeus, mas receberam vários outros nomes tais como Dasher, Santana e Quantum, particularmente em mercados das Américas.
O Passat sempre foi um dos modelos mais importantes da Volkswagen, situando-se no mercado de sedãs médios. Sua introdução em 1973 foi decisiva, pois as vendas do Volkswagen Fusca estavam caindo, e os outros modelos maiores de tração traseira como o 411 e 412 não estavam se saindo bem no mercado. Seguindo a aquisição da Audi pelo grupo Volkswagen em 1964, a Volks pode usar a recém-adquirida engenharia necessária para desenvolver um moderno carro de tração dianteira com motor refrigerado a água, e assim o Passat e o Golf (1976) foram os primeiros de uma nova geração de Volkswagen. De fato, o primeiro Passat foi baseado no Audi 80, permitindo que ele competisse de igual para igual com seus rivais europeus, diferente dos seus antecessores com motorização traseira a ar. Até 2007, o Passat segue como um dos modelos mais vendidos e mais lucrativos da Volkswagen em quase todos os mercados.

A 1ª Geração (1973–1981)
No ano que foi lançada já chegou como 1974, com opções de carroceria que vinham com duas a cinco portas (Europa). Como o veículo foi inspirado no Audi 1980, toda a cara foi herdada “do pai”, com a diferença somente nas grades e nos faróis. Aqui no Brasil é que o Passat chegou um pouco diferente, principalmente com relação à carroceria que aqui era “fastback” (nas versões Standard e L) com motores 1.5 L. Se na Europa o cliente poderia optar por quantas portas quisesse, aqui a história foi outra, uma vez que a montadora inseriu no Brasil primeiro a versão com duas portas primeiramente, em 1975 a com quatro (modelos LM e LS).
Um ano depois, em 1976 a fabricante liberou o TS que vinha equipado com motor 1.6 a carburação (alemão). A versão com cinco portas chegou a ser fabricada em território brasileiro, porém, todos para exportação. Como na época comprar um carro não era para “qualquer um”, o público jovem ficava muitas vezes a “ver navios” pelo preço do carro, então a estratégia foi de lançar o Surf, menos equipado e com preço mais acessível para atingir essa fatia de público. Com o tempo vieram os ajustes, principalmente no design do veículo: faróis foram substituídos por novos, para-choques ficaram mais imponentes e a frente ganhou novo desenho. Isso sem falar na troca de nomes, tudo para abrir as portas para a nova geração que chegou ao mundo em 1981.

Escrito por: Juliana Barros

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